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O que a gente mediu.

Textos de engenharia sobre voz em tempo real: o que funcionou, o que não funcionou e os números que produziram cada decisão, inclusive quando o número contrariou a nossa intuição.

Próximos textos

No forno

Assuntos com material medido esperando ser escrito.

  • Por que a gente não usa fonemas para corrigir pronúncia. A resposta óbvia é SSML com alfabeto fonético. Ela não funciona no modelo multilíngue, e a alternativa, reescrever a grafia, é melhor por três motivos.
  • A gravação precisa ser estéreo. Cliente de um lado, agente do outro. Parece firula até você precisar auditar quem interrompeu quem.
  • Ela não pode ouvir a si mesma. Como um relógio de reprodução resolve o problema de a agente transcrever a própria fala numa linha telefônica.
  • Modelo é otimista. Por que quem avança o roteiro de uma conversa não pode ser o mesmo componente que fala nela.

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