Voz e conduta

O cliente não sabe nomear. Mas percebe.

O tempo da resposta, a voz, o momento de falar e o de calar. Três níveis de voz brasileira e uma conduta que espera o “alô”, não fala em monólogo e deixa interromper.

3níveis de voz
1ideia por fala
pt-BRpronúncia brasileira
Tocando · Básicapt-BR
3 níveis de vozVozes brasileiras
A voz

Os três níveis, e o que muda em cada um

A escolha não é só de timbre: o nível muda a expressividade e o tempo até a primeira sílaba.

NívelO que o cliente percebe
BásicaFala clara e pronta para volume. É a escolha quando o que importa é resolver rápido e em escala
PremiumA mais expressiva: entonação e ritmo mais próximos de uma pessoa conversando, não lendo
Super PremiumA que começa a falar mais rápido. Numa ligação, o começo da fala é o que mais pesa na sensação de naturalidade
Fala a fala, em tempo realDisponível por plano. A voz responde no mesmo fluxo da conversa

Todas em vozes brasileiras, com pronúncia brasileira de nomes, siglas e valores.

3
Níveis de voz

Básica, Premium e Super Premium, mais a voz fala a fala por plano.

1
Ideia por fala

Ele não despeja o roteiro inteiro de uma vez. Monólogo faz desligar.

2
Formas de conferir um dado ditado

Junta o número dito em pedaços e lê o e-mail letra por letra.

0
Silêncio sem explicação

Quando consulta algo, ele diz o que está fazendo enquanto consulta.

Menos silêncio, e silêncio explicado

Silêncio ao telefone não parece que a outra pessoa está pensando. Parece que a ligação caiu. Então o agente percebe o fim da fala do cliente pelo relógio e começa a responder assim que a primeira frase está pronta, em vez de esperar o parágrafo inteiro ficar pronto.

E quando precisa consultar algo, ele diz o que está fazendo enquanto consulta. “Deixa eu ver aqui o seu cadastro” custa dois segundos e resolve o problema inteiro.

  • Percebe o fim da fala pelo relógio, não por adivinhação
  • Começa a responder com a primeira frase pronta
  • Narra a consulta em vez de deixar o silêncio falar
Cliente

Meu CNPJ é quarenta e nove, cento e trinta e dois...

Isabella

Deixa eu ver aqui o seu cadastro.

falando enquanto consulta
Isabella

Achei. O certificado vence em setembro.

Conduta de quem já atendeu telefone

As regras parecem óbvias escritas, e quase nenhum atendimento automático as cumpre: esperar o “alô” antes de falar, não despejar o roteiro inteiro, deixar o cliente cortar no meio, dar tempo a quem pediu “um momento”, e encerrar quando a pessoa se despede em vez de oferecer mais uma coisa.

É aqui que se decide se o cliente desliga achando que falou com uma empresa organizada ou com uma gravação.

Espera o “alô”não fala em cima de quem atendeusempre
Deixa interromperpara de falar e ouvesempre
“Um momento”dá tempo, sem repetir a perguntasempre
Encerra na despedidanão oferece mais uma coisasempre
Jeito da casa

A voz da marca, não a voz de um robô genérico

O texto e a voz vêm da própria empresa, não de um padrão de mercado.

1

Aprende o jeito de escrever da empresa

A partir das conversas reais dela. Se a casa é informal, ele é informal; se trata o cliente por “senhor”, ele também.

das conversas reais
2

Toca frases gravadas pelo dono

Frases curtas na voz de quem manda na empresa (“Pode falar?”, “Combinado!”), nos momentos certos da conversa.

voz real
3

Pronuncia como gente daqui

Nomes, siglas e valores ditos à brasileira. Um valor em reais lido errado entrega o atendimento automático na primeira frase.

pt-BR
4

Confere o que foi ditado

Junta o telefone ou o CNPJ dito em pedaços, e lê o e-mail de volta letra por letra quando precisa, para o cliente conferir.

sem retrabalho
5

Retoma a ligação que caiu

Se a pessoa liga de volta, ele reconhece e pergunta se é para continuar. Dias depois, lembra dela sem empurrar o assunto antigo.

sem supor

Perguntas frequentes

Quais são os três níveis de voz?
Básica, Premium e Super Premium. A Premium é a mais expressiva, e a Super Premium é a que começa a falar mais rápido, o que muda bastante a sensação numa ligação. Uma voz fala a fala em tempo real fica disponível por plano.
As vozes são brasileiras?
São. E a pronúncia é brasileira: nomes, siglas e valores ditos como uma pessoa daqui diria, não como uma locução traduzida.
Dá para usar a voz do dono da empresa?
Dá, para frases curtas gravadas por ele mesmo (“Pode falar?”, “Combinado!”), tocadas nos momentos certos. E o jeito de escrever da empresa é aprendido a partir das conversas reais dela, então o texto soa como a casa escreve.
Por que o agente avisa que está consultando algo?
Porque silêncio no telefone parece queda de ligação. Quando ele precisa consultar alguma coisa, ele diz o que está fazendo enquanto consulta. É a diferença entre esperar e achar que caiu.
Ele deixa o cliente interromper?
Deixa, e é uma das partes mais difíceis de acertar. Ele também não fala em monólogo: uma ideia por fala. Monólogo é o que faz o cliente desligar antes do assunto.
Como ele lida com telefone e e-mail ditados?
Junta o número dito em pedaços (“quarenta e nove... cento e trinta e dois...”) e lê de volta o e-mail letra por letra quando precisa, para o cliente conferir antes de seguir.
E se a ligação cair no meio?
Se a pessoa liga de volta, ele reconhece e pergunta se é para continuar de onde pararam. Dias depois, ele lembra da pessoa sem empurrar o assunto antigo.

Ouça os três níveis na sua própria ligação

Na demonstração a gente liga para o seu celular com cada nível de voz, para você ouvir a diferença no aparelho em que o seu cliente vai ouvir.

A conduta também é configurável no Studio. Ver os agentes.